sábado, 19 de junho de 2010

UM NOVO CONCEITO EM D.A. SE ELEGE

Nos dias 14 e 15 de junho de 2010 aconteceram as eleições para o Diretório Acadêmico Wladimir Herzog (D.A.W.H.) da Facom.
A contagem de votos foi realizada no dia 15 de junho, ao final da votação, e no total 328 pessoas votaram. A chapa "Um novo conceito em D.A." se elegeu com 193 votos (58,84%).
A chapa "Recuse Ilimitações teve 130 votos, 39,64%.4 pessoas votaram nulo (1,22%) e uma pessoa votou em branco (0,3%)
Nós, da chapa "Um novo conceito em D.A." estamos assumindo o blog para divulgarmos o que nossa gestão estiver fazendo e agradecemos mais uma vez a todos que votaram em nós e nos apoiaram.

Àqueles que apoiaram a outra chapa e à outra chapa, apesar de todos os mal-entendidos, nosso pedido desculpas por tudo que soou como falta de respeito ou ofensa.

Agora é melhorar tudo que pode ser melhorado!

Mãos a obra!


Diretório Acadêmico Wladimir Herzog- Gestão Um Novo Conceito em D.A.



quarta-feira, 9 de junho de 2010

Camarão que Dorme a Onda Leva

BALANÇO DE GESTÃO


A gestão Camarão Que Dorme a Onda Leva chega ao final da sua passagem pelo DA. Assumimos o Diretório em um momento descrente em termos de participação política. Porém, no dia-a-dia provamos que com vontade de fazer é possível ter conquistas.

Para começar, oferecemos aos calouros uma recepção cada vez melhor, até veteranoparticipou. Além das oficinas tradicionais (fotografia e vídeo) buscamos a de Stencil. Sempre priorizamos o debate em vez de apenas fazer aquela velha explicação de o que é DA.

Com tempo, entendemos que fazer café, colocar um dardo, comprar uma geladeira, ligar uma música, emprestar a TV da nossa casa pro DA... Tudo isso fez a galera entrar na sala azul e conversar sobre os problemas da UF, dar uma ideia pro DA e às vezes até ajudar na faxina.

No início do segundo semestre, (re)conquistando aos poucos o espaço entre alunos e professores, podemos chamar uma Reunião Geral. A presença de 20 alunos em um universo de 400 pode parecer pouco, mas se a gente lembrar de como as pessoas andam desacreditadas com a sua representação isso significa um grande avanço.

Só a partir dessa assembléia conseguimos resolver uma das grandes demandas da Facom. Depois de dois anos de proibição fizemos a Sexta Cultural. Resultado de pressão dos estudantes, é aquela vontade de fazer, sabe? Porque todo dia a gente falou do boicote a festas. Não desistimos. Ralamos muito para organizar, escolher bandas boas que tocassem de graça... E, quando a cerveja acabou, desesperamos e nem demoramos taaaaaanto para buscar mais. Aí pedimos desculpas: foi mal, não sabíamos que ia lotar.

Depois disso, nos sentimos a vontade para fazer o ChopD.A.W.H. . Afinal, uma faculdade sem cantina precisa de integração. Ah, foi muito bom, porque aprendemos a buscar cerveja rápido e finalmente vimos as pessoas da Facom curtindo no corredor da faculdade.

Talvez o grande passo para chegarmos a esse ponto tenha sido a palestra com o jornalista Marcos Zibordi. Quando a obrigatoriedade do nosso diploma caiu tínhamos a obrigação de discutirmos o assunto. Convencemos o cara a vir de São Paulo pra Juiz de Fora de ônibus sem receber nada em troca para termos uma visão de alguém diferente. Nesse evento ainda podemos trabalhar em conjunto com a Acesso. Alias só temos a agradecer a Empresa Junior que contribui diariamente para o crescimento do estudante e da faculdade.

Algumas vezes a gestão sentiu desânimo. Nessa palestra mesmo, nenhum professor compareceu, além do desprestígio com o colega jornalista sentimos o mesmo pela iniciativa dos DA. Mas tudo bem, o anfiteatro estava cheio, os estudantes foram beneficiados. E, hoje em dia, alguns professores nos param no corredor e elogiam nossa participação. Pode parecer absurdo, mas fazia tempo que os dicentes não ocupavam todas suas cadeiras nas reuniões da faculdade.

Então, é preciso agradecer aos professores que passaram a nos ajudar cada vez mais. Agora, no final da gestão, tivemos conversas com as Coordenações, com a Produtora e com a Direção que nos orientou nessa caminhada por um curso melhor. Além daqueles minutinhos das aulas que pedimos para dar um recado... Ah, se somarmos tudo agora dava mais de uma aula!

Para o PET, disponibilizamos nossa mão-de-obra para reorganizar o Cine Clube. Ficamos confusos quanto a oferecer dinheiro para compra de camisas para o time de futebol, entretanto achamos melhor pagar a arbitragem para o Interperíodos, afinal essa atividade contempla muito mais alunos da Comunicação. Não só os que jogam, mas a massa que adora assistir e discutir futebol, poxa, isso aqui é um pouquinho de Brasil Iaiá.

Teve o ônibus para o Intercom em Vitória. E, não foi fácil! Tanto para conseguir quanto para fazer a lista de passageiros, cada dia um desistia e apareciam outros cinco querendo viajar.

Outra coisa difícil era atingir o aluno. Tá, não vamos falar outra vez do problema com a representação política... Mas percebíamos que a Meg lia mais o nosso Blog que qualquer outra pessoa dessa universidade. Ok, ele foi excelente instrumento de pressão. Mas ainda esperamos que as próximas gestões caminhem mais na conscientização do faconianos. O caminho é árduo, começa desde a recepção aos calouros. Porém estamos tranqüilos, em quase 12 messes avançamos muito.

Enfim, agradecemos ao aluno da Facom. Que além de confiar a nós a sua representação, participou de todo esse processo. Como futuro formador de opinião, não assistiu o mundo mudar passivamente, contribuiu para melhor sua faculdade, sua universidade e sua sociedade.


VALEU GALERA!!

domingo, 6 de junho de 2010

Facom em ritmo de Copa


No mês da Copa a Facom resgata o futebol de raiz nos corredores e salas de aula da faculdade, com uma iniciativa da Red Bull, o Red Bull Gol de Lata.

Nesta terça, alunos do quinto período diurno aproveitaram o intervalo da aula para bater uma bolinha (de papel!) no meio do corredor.




O campeonato Red Bull Gol de Lata acontece no dia 23 de junho. Para saber como jogar e montar sua equipe, seguem aí, as instruções:




Os interessados devem mandar email para: isabel.sbmufjf@redbull.com.br

segunda-feira, 24 de maio de 2010



Eleição de chapa do DAWH



A atual gestão do Diretório Acadêmico Wladimir Herzog abriu hoje o edital para inscrição de chapas para eleição do DAWH.
Quem estiver interessado pode inscrever sua chapa (com no mínimo 11 alunos da graduação) até o dia 2 de junho, quarta-feira, véspera de feriado. As inscrições serão feitas na sede do DA, nessa mesma data, das 14 às 20 horas.
A eleição vai ocorrer no dia 14 de junho, segunda-feira, das 08 às 20 horas.
A posse da chapa vencedora ocorre no dia 15 de junho, terça-feira, na sede do DA.

FICADICA!!

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Galeraaa... a Sexta Cultural foi um sucesso!!!Voltou com força total!!Muito obrigada pela presença de todos e todas e espero que possamos nos encontrar em outras sextas culturais.
Vou deixar aqui uma matéria sobre a história da Sexta Cultural, feita por Carolina Rigueto Ferrari.

Sextas Culturais: o projeto cultural alternativo que virou evento proibido

As Sextas Culturais e a cantina são os grandes mitos dos alunos da Faculdade de Comunicação. Mesmo aqueles que não viveram a experiência de desfrutar de ambos sentem saudade da época em que a Facom era o lugar onde tudo acontecia. Atualmente, a famosa Cantina da Sônia cedeu lugar a salas de aulas e as badaladas Sextas Culturais não passam de um evento que só sobrevive na memória de alguns.

As Sextas Culturais começou de maneira despretensiosa, no segundo semestre de 1991, com a reunião de um pequeno grupo de amigos que se encontrava próximo ao Diretório Acadêmico Wladimir Herzog para tocar violão e beber cerveja. Desse grupo de amigos surgiu a “Cia de Ação”, formada pelos alunos da Facom Nivaldo Alvarenga e Andréia Castilho. Com o crescimento desses encontros a dupla decidiu profissionalizar o evento que passou a ser semanal.

“Minha turma chegou em 1989 e foi a primeira a começar o curso no prédio novo. Até então a Faculdade de Comunicação era um anexo da Faculdade de Direito. Quando a gente chegou naquele prédio ele tinha muito espaço. Então eu senti uma necessidade de um espaço que pudesse gerar uma maior sinergia entre os alunos, fazer as pessoas se conhecerem. Ai eu tive idéia de promover esses encontros”, explica o ex-aluno Nivaldo Alvarenga.

Nivaldo lembra que a programação era bastante eclética e composta por três etapas. “Primeiro era exibido um filme de arte, um filme dito cult. Depois havia alguma atividade intermediária como uma exposição de quadros, uma mostra de fotografia, o lançamento de um livro, um desfile de moda ou uma roda de capoeira. E por fim, quando as aulas estavam terminando, era realizado um show. Os ritmos eram bem variados, às vezes era MPB, outras vezes era pagode e muitas vezes era rock”, conta.

Com um cardápio cultural variado, rapidamente as Sextas Culturais se tornou um grande atrativo para o público e para os veículos de comunicação. “O evento começou a despertar o interesse não só dos alunos da Faculdade de Comunicação, mas também o interesse dos alunos dos cursos anexos como administração, economia e direito. Depois atraiu o interesse de todo o Campus e por fim despertou o interesse da cidade como um todo. Foi objeto, várias vezes, de reportagem de emissoras de TV e Rádio, que faziam flashes ao vivo da Facom”, comenta Nivaldo Alvarenga.

As Sextas Culturais impulsionou a cena cultural de Juiz de Fora. Bandas de repercussão regional como “Lambari detona a ponte e não deixou ninguém passar” e “Xad Caramelo” usaram o palco da Sexta para divulgar seu trabalho. “Um momento importante foi quando a cantora Ana Carolina, ainda incipiente em sua carreira, deu um show na Sextas Culturais. Isso deu a ela uma visibilidade que até então ela não tinha” afirma Nivaldo Alvarenga.

Após um ano de sucesso, as Sextas Culturais se tornou um projeto de extensão aprovado pela Pró-Reitoria de Extensão e Apoio a Comunidade. Com isso os integrantes passaram a receber uma bolsa o que deu um novo ar de profissionalismo para a empreitada.

Nivaldo conta que em 1994, com a formatura dos integrantes da “Cia de Ação”, o projeto foi entregue ao D.A. “Mas isso não funcionou muito bem porque não existia uma liderança, uma pessoa responsável pela programação, pela divulgação. E ai o projeto, pouco a pouco, deixou de ser semanal. Passou a ser quinzenal e depois mensal. Houve até uma espécie de briga econômica dos fundos de formatura que começaram a organizar o evento. Cada sexta um fundo de formatura fazia. Com isso o projeto perdeu a homogeneidade e, de certa forma, foi o começo do fim”, desabafa.

A professora da Facom, Letícia Torres, recorda que com a implementação dos cursos noturnos as Sextas Culturais foram proibidas. “Começou a haver muita reclamação, pois seria impossível ter aula naquele bloco todo. Assim as sextas culturais foram raleando e por fim acabaram. Um dos que mais reclamava e que pedia a proibição e o falecido professor Beto, que era Diretor da Faculdade de Educação na época”, lembra.

Gerações posteriores resgataram o evento realizando-o uma vez a cada semestre para recepcionar os calouros. Além da Sexta Cultural, o D.A. promovia, ainda, oficinas de vídeo e de fotografia, debates e palestras para os alunos que chegavam. Atualmente a realização de festas no Campus está proibida colocando um ponto final na tradicional Festa da Facom. No entanto o D.A. continua promovendo as outras atividades como forma de integração com os novos alunos.